“O jardim é uma natureza organizada pelo homem e para o homem”. Roberto Burle Marx
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
PROJETO PAISAGÍSTICO RESIDENCIAL
PROJETO RESIDENCIAL (ALINE)
ESSE PROJETO FOI PENSADO PARA PROPORCIONAR AOS PROPRIETÁRIOS UMA ÁREA DE LAZER AGRADAVEL E CLEAN.
NA PARTE DA PISCINA AUMENTAMOS A ÁREA COM UM DECK E DISPOMOS ESPREGUIÇADEIRAS.
NA ÁREA PROXIMA A GARAGEM COLOCAMOS VASOS COM PALMEIRAS PARA CRIAR UM ESTAR CONFORTÁVEL E SOMBREADO.
NA FRENTE DA RESIDÊNCIA FORAM FEITOS DOIS JARDINS, USANDO ESTÉCIES COMO: PALMEIRA FÊNIX E BUXINHO. O TOQUE ESPECIAL FICA POR CONTA DA FORRAÇÃO COM PEDRISCO PALHA E CASCA DE PINUS.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
PAISAGÍSMO PARA VALORIZAR SEU IMÓVEL - Matéria retirada do site (www.redimob.com.br)
"Depois do paisagismo pronto, os imóveis vendem muito mais rápido"
Com o crescimento do mercado imobiliário no Brasil, os paisagistas ganham espaço e hoje fazem a diferença nos projetosO crescimento do mercado imobiliário no Brasil tem acompanhantes. Direta e indiretamente, as negociações imobiliárias interferem em diversos outros setores. É o caso do paisagismo. Com mais obras em andamento, os paisagistas ganham espaço e hoje fazem a diferença nos projetos. Na entrevista abaixo, a paisagista Marisa Lima fala sobre como é possível valorizar um empreendimento através deste recurso.
Com o crescimento do setor imobiliário, muitos construtores estão usando o paisagismo como diferencial nos empreendimentos. O que, principalmente, valoriza o imóvel neste sentido? Qual deve ser o foco dos construtores no paisagismo?
Já foi provado que, depois do paisagismo pronto, os imóveis vendem muito mais rápido. As plantas suavizam a rigidez da construção, humanizam, dão aconchego.
O paisagismo deve sempre combinar com o estilo arquitetônico da construção, por isso devem sempre ter estilos diferenciados.
Esta preocupação com o paisagismo significa também uma maior preocupação com o meio ambiente? Ou os clientes costumam estar focados somente na estética?
Finalmente as pessoas (tanto os clientes, como os profissionais) estão se conscientizando da importância da preservação, porém os clientes ainda estão mais focados na estética.
O mercado de iluminação também tem crescido, já que este recurso tem sido usado por muitos paisagistas para valorizar seus projetos. Quais os cuidados que devemos ter na hora de iluminar um ambiente? Como acertar a quantidade ideal de luz?
A iluminação valoriza muito o paisagismo. Podemos usar a luz para dar aconchego ou focar um ponto de interesse ou uso noturno. O que nunca podemos ter em uma iluminação é o foco de luz “cegando” quem passa ou usa o local. A luz deve ser direcionada para as plantas e objetos e nunca na direção dos olhos de quem passa para não ofuscar.
Que tipo de planta é indicada para grandes empreendimentos? Precisam ser de grande porte ou pode ser feita uma composição com plantas menores?
Devemos sempre ter plantas de grande porte como árvores e palmeiras. Arbustos já formados também valorizam. No caso das forrações, podemos usar plantas menores, mas se plantarmos bem antes do término da construção, quando os moradores chegarem o jardim já estará bem formado. Um jardim leva muito tempo para se tornar adulto, por isso se usarmos algumas plantas maiores ele ficará agradável.
E as plantas artificiais, quando podem ser usadas? Existem regras?
O Paisagista nunca usa planta artificial, inclusive consideramos as artificiais como objetos decorativos e não plantas. Temos sempre uma planta natural para cada situação- sol ou sombra. Por isso, procure sempre humanizar seu ambiente com um ser vivo.
Acesse também o site de Marisa Lima
SE QUISER SABER MAIS SOBRE ILIMINAÇÃO DE JARDIM VISITE NOSSAS POSTAGENS ANTERIORES!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Projeto Stand de Vendas / Cond. Park Silvestre
PROJETO: STAND DE VENDAS DO CONDOMÍNIO PARK SILVESTRE
LOCAL: CAMPO-GRANDE/RJ
ESPÉCIES UTILIZADAS:
CYCAS REVOLUTA - AGAVE ATTENUATA - DIETES BICOLOR - DRACENA TRICOLOR - ZOYSIA JAPONICA
MATERIAL UTILIZADO:
PEDRISCO PALHA 02 - CASCA DE PINUS
segunda-feira, 28 de março de 2011
Luz no Paisagismo
A iluminação de paisagismo residencial é de valorização. Não deve ficar muitas horas acesas à noite para não atrapalhar o crescimento da vegetação. As àrvores são os elementos de maior destaque e, para iluminá-las, é necessário escolher o sistema mais adequado e posicionar a luminária, projetores ou embutidos de solo orientados conforme o tipo de efeito final que se deseja.
DOWNLIGHTING
Proveniente de luz direta emitida para baixo. As luminárias são instaladas entre as folhagens. A luz surge entre as folhas das árvores, resultando em sombras no chão. Esta técnica quando utilizada para iluminar vegetação com luz prateada 4.200K, é conhecida como "moonlight".
UPLIGHTING
Técnica para criar um efeito dramático acentuando a textura das folhas nas árvores. A luz é posicionada bem próxima à árvore, no tronco, ressaltando o elemento linear, combinando a copa e o solo. Dependendo da abertura do ângulo é possível chegar até a copa da árvore.

FRONTLIGHTINGÉ indicada para iluminar uma vegetação mais densa, como cercas vivas, ou esguia e linear (elementos muito altos), para valorização de sua textura e dimensão, porque marca parte do tronco e realça a copa.

BACKLIGHTING / SILHUETATécnica que valoriza a silhueta da vegetação, porém desfavorece o destaque às texturas e detalhes. A iluminação noturna de valorização permite uma percepção do espaço totalmente diferente. Projetores instalados por trás da árvore criam, na contra luz, a "silhueta" da copa ( para vegetações menores ).

SIDELIGHTINGTécnica que acentua a textura, criando sombras fortes e demarcadas.
Projetores nas laterais realçam a plasticidade da vegetação. Se os projetores foram dispostos em três lados, a copa da árvore ficará iluminada uniformemente, diminuindo sua plasticidade. Pode-se realçar a iluminação por meio de projetores com filtros coloridos. O âmbar e o azul são os mais indicados.

SUAVIZAÇÃOÉ possível obtê-la não iluminando tudo. Permita algumas sombras, mas utilize a luz para preencher o espaço entre pontos focais, para uma composição mais integrada e que evite "buracos negros". Não deixe a fonte de luz visível, a menos que seja para decoração.

Qualquer sistema escolhido tem relação direta com a escolha das lâmpadas e luminárias. A modelagem do espaço é caracterizada a partir da especificação destes equipamentos, definindo-se a quantidade, qualidade e distribuição de luz nos ambientes. A definição da modelagem ideal para cada ambiente poderá ser obtida por meio de diferentes técnicas de iluminação. Os sistemas de luz são ferramentas de trabalho do Lighting Designer e somente através do domínio destas ferramentas é que os efeitos luminosos desejados serão obtidos. Definir as ferramentas é tão importante quanto definir a quantidade e qualidade de luz necessárias ao ambiente.
EFEITO AURÉOLAForma de explosão com a luz vindo por trás ou pelo lado.
PROFUNDIDADEPara criar profundidade, utilize uma luz mais clara atrás, mais baixa na parte frontal e suave na parte intermediária. Para reduzir a profundidade e criar um "clima "de mais intimidade, utilize uma luz mais clara na parte frontal e um nível mais baixo atrás.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Como fazer um jardim Zen em 10 passos
O jardim Zen como o conhecemos hoje tem as suas raízes no século XIII, mas os princípios que os orientam são tão verdadeiros atualmente como eram ontem. Criar um espaço destes, que se quer tranquilo e esteticamente agradável, é uma experiência tão serena e gratificante como é a sua própria manutenção.
O principal objectivo de um jardim Zen, ou “jardim seco”, é ser um local de meditação e de contemplação. Uma das suas grandes vantagens é que não precisa de muito espaço para criar um – pode ser no exterior da sua casa ou até no interior – o mais importante não é o seu tamanho, mas sim os elementos que o compõem. Na criação do seu primeiro jardim Zen há três aspectos essenciais a considerar: o espaço, a fluidez e a simplicidade.
O principal objectivo de um jardim Zen, ou “jardim seco”, é ser um local de meditação e de contemplação. Uma das suas grandes vantagens é que não precisa de muito espaço para criar um – pode ser no exterior da sua casa ou até no interior – o mais importante não é o seu tamanho, mas sim os elementos que o compõem. Na criação do seu primeiro jardim Zen há três aspectos essenciais a considerar: o espaço, a fluidez e a simplicidade.
- O primeiro passo é decidir o local e o tamanho do seu jardim Zen, considerando o espaço que tem disponível e o tempo que terá para se dedicar a esta pequena maravilha da natureza. Pode disponibilizar uma parte do seu quintal ou começar por um jardim Zen miniatura por exemplo. Não se esqueça que o jardim Zen é, acima de tudo, um lugar de paz, por isso, se tiver crianças ou animais de estimação, considere bem a sua localização. Os passos a seguir serão os mesmos, embora a escalas diferentes.
- A maioria dos elementos necessários para criar um jardim Zen pode ser adquirida em lojas de jardinagem, de bricolage e de ferragens. O que vai precisar para começar:
- Madeira ou um recipiente grande
- Pregos, parafusos ou cola para madeira
- Ferramentas apropriadas
- Material de protecção contra as ervas daninhas
- Ancinho
- Areia, gravilha, rochas, pedras e outros elementos decorativos
- Iluminação
- Paciência
- Utilizando os tamanhos de madeira adequados, crie o molde desejada para conter a areia e os outros elementos que irão compor o seu jardim Zen. Utilize as placas de madeira compridas para construir uma caixa suficientemente funda para acolher cerca de dez centímetros de areia. Depois de construído o molde – que pode ser quadrado, rectangular ou octogonal – pode pintar ou envernizar a madeira para obter um acabamento mais perfeito. Se a ideia é ter um jardim Zen miniatura, pode construir o seu próprio molde em madeira ou escolher entre uma variedade de recipientes adequados. Se preferir um recipiente em vime, por exemplo, será necessário forrá-lo com um plástico para impedir que a areia se solte.
- Os jardins Zen seduzem, principalmente, pela sua limpeza e linhas simples, por isso, se está a construir um no exterior, precisa de proteger este espaço contra as ervas daninhas. Para evitar que as ervas daninhas destruam o seu jardim, forre o molde com plástico preto, com várias camadas de jornais ou uma barreira própria contra ervas daninhas, que pode comprar em lojas especializadas.
- Encha o recipiente com areia até cima, colocando uma boa camada no fundo. Utilizando o ancinho, distribua a areia uniformemente. Se quiser, pode juntar gravilha para dar uma maior consistência e equilíbrio à areia. Cada um dos elementos encontrados num jardim Zen tem o seu próprio simbolismo, sendo que a areia e a gravilha representam a água que, por sua vez, simboliza a paz e a tranquilidade da mente e do espírito.
- As rochas são peças fulcrais num jardim Zen e simbolizam as montanhas como elemento predominante da natureza. A estas juntam-se pedras decorativas de cores, tamanhos e texturas variadas; pequenos troncos, com ou sem musgo; um elemento verde como uma planta ou um bonsai; estátuas, lanternas, pontes ou elementos com água. O próprio ancinho é muitas vezes uma peça que também decora o jardim. No fundo, pretende-se um cenário visualmente agradável, por isso, experimente com os diferentes elementos, sem encher demais o espaço. Um jardim minimalista vai acentuar a fluidez das linhas e dos objectos.
- As rochas e as pedras ficam melhor se as submergir, parcialmente, na areia. Não as coloque no centro do recipiente, mas sim, mais para os lados. Diz-se que para ter sorte, deve utilizar um número de pedras impar, posicionando-as assimetricamente. Os budistas acreditam que cada pedra tem uma “face feliz”, ou seja, examine-as de cada ângulo para determinar o seu “melhor lado”. Tradicionalmente, os arranjos Zens são compostos por cinco grupos de três pedras cada. Faça experiências para ver como gosta mais e não se esqueça que a ideia é manter o jardim o mais simples possível.
- As luzes e as sombras emprestam um ar muito peculiar e até misterioso aos jardins Zen, tornando possível a usufruição do espaço à noite. Pode adicionar alguns pontos de luz eléctrica (as lâmpadas coloridas são uma opção interessante) ou velas, para um efeito visual espectacular, principalmente, debaixo das estrelas!
- Com recurso ao ancinho “penteie” a areia, formando os mais diversos padrões: um desenho comprido e curvado representa águas agitadas, enquanto que as linhas rectas simbolizam águas calmas. Varie, criando efeitos diversos na areia para poder acentuar diferentes partes do jardim ou para renovar o seu aspecto geral. Altere o seu visual as vezes que quiser!
- Agora é só desfrutar do seu jardim Zen – perca-se na sua beleza, enquanto relaxa e medita. O próprio trabalho de manutenção e de experimentação é um poderoso anti-stressante e deve ser divertido. Pesquise e conheça outros jardins para se inspirar e obter novas ideias: adicione ou retire elementos quando quiser, altere os desenhos na areia, adapte o jardim ao seu estado de espírito. Bom proveito!
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